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Curso Bombas de Deslocamento Positivo

Um curso para quem deseja aprofundar os conhecimentos em bombas de deslocamento positivo.

Você tem dificuldade para reconhecer qual é o tipo de bomba que você tem instalado na sua empresa?

Embora existam muitos materiais sobre bombas de deslocamento positivo, a maioria apresenta o conteúdo de forma excessivamente técnica e voltada apenas para teoria, dificultando a compreensão de quem precisa aplicar esse conhecimento no dia a dia da indústria.

Você até encontra diagramas, curvas e especificações, mas quase nada que mostre, na prática, como escolher a bomba certa para um fluido viscoso, o que considerar na manutenção preventiva ou como evitar falhas comuns que geram paradas de produção.

Foi justamente por vivermos essas dificuldades no campo que desenvolvemos este curso. Aqui, os principais conceitos sobre bombas de deslocamento positivo são apresentados de forma clara, com foco em aplicação prática.

Nosso objetivo é que você entenda o funcionamento dos diferentes tipos de bombas, como engrenagens, pistão, lóbulos, diafragma, helicoidais e peristálticas, e saiba quando e por que usar cada uma delas, considerando variáveis reais como vazão, pressão, tipo de fluido e ambiente de operação.

Este é um conteúdo direto, aplicado e transformador, pensado para quem precisa usar o conhecimento na prática e não apenas decorar termos técnicos.

qual bomba centrifuga escolher

O que você precisa entender?

bomba centrifuga
    Uma das maneiras mais eficazes de superar as dificuldades de aprendizado sobre bombas de deslocamento positivo é separar os conceitos técnicos da aplicação prática no campo industrial.

    A base de tudo é compreender o princípio do deslocamento positivo, que consiste no movimento controlado de volumes fixos de fluido. Esse conceito é o ponto de partida para entender o funcionamento de diferentes tipos de bombas e suas aplicações.

    Uma vez que você compreende como o deslocamento do fluido ocorre em ciclos precisos e contínuos, fica mais fácil entender como variáveis como pressão, vazão e viscosidade afetam a escolha e o desempenho da bomba no processo.

    Entendendo esse princípio, os demais tópicos como seleção, instalação, operação e manutenção tornam-se muito mais claros e acessíveis.

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Conheça o Professor do Curso

Micelli Camargo:

🎓 Formação Acadêmica

  - Eng. Mecânico pela UNIFEI

  - Mestre em Tecnologia Nuclear (USP/IPEN)

  - Especialista em Didática do Ensino Superior (Uniderp)

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  - +20 anos no setor de bombas e equipamentos industriais

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Para quem é esse curso?

  • Quem deseja aprender sobre as bombas de deslocamento positivo

  • Quem precisa conhecer e reconhecer uma bomba em campo.

  • Quem precisa aprender sobre a operação e aplicação

  • Quem precisa identificar problemas e possíveis soluções.

Para quem esse curso não é indicado?

  • Quem não tem interesse em bombas de deslocamento positivo

  • Quem deseja aprender sobre bombas centrífugas

  • Quem deseja aprender sobre dimensionamento de bombas

  • Quem deseja aprender a parte prática de montar e desmontar uma bomba

Pra você que quer aprender sobre BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO sem viés de nenhum fabricante, matricule-se no nosso curso.

O tema das bombas de deslocamento positivo é um dos mais carentes em material didático, sobretudo em português. Praticamente não existem cursos disponíveis que apresentem o assunto com a abrangência e profundidade que oferecemos aqui.

No mercado, os poucos treinamentos disponíveis costumam ser ministrados pelos próprios fabricantes, com foco restrito nos seus produtos e nas informações que a empresa decide compartilhar. Além disso, esses treinamentos não costumam ser acessíveis ao público em geral e, quando oferecidos, dificilmente custam menos de R$ 2.000,00 por pessoa.

Nosso curso se diferencia por trazer uma abordagem independente, didática e completa, permitindo que o profissional compreenda os conceitos, aplicações e práticas essenciais sobre bombas de deslocamento positivo de forma clara, acessível e sem limitações comerciais.

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Ao concluir o curso e atingir pelo menos 60% de aproveitamento no questionário, você receberá um certificado digital enviado diretamente por email.

Seu certificado é emitido e assinado por engenheiro mecânico habilitado e devidamente registrado no CREA-CONFEA, em conformidade com suas atribuições legais da profissão, conforme a Resolução 218 de 29 de junho de 1973.

✅ Veja abaixo um exemplo do certificado que você receberá:

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Conteúdo Programático

Nesse curso de bombas de deslocamento positivo de 24 horas abordamos os seguintes tópicos:

1. BOMBAS DE ENGRENAGENS EXTERNAS E INTERNAS
1.1. O que é uma Bomba de Engrenagens
 1.1.1. Definição e princípios básicos
 1.1.2. Funcionamento como bomba de deslocamento positivo
 1.1.3. Comparativo com bombas centrífugas

1.2. Tipos de Bombas de Engrenagens
 1.2.1. Engrenagens externas
 1.2.2. Engrenagens internas
 1.2.3. Diferença de construção e funcionamento
 1.2.4. Vantagens e limitações de cada tipo

1.3. Componentes e Funcionamento
 1.3.1. Engrenagens motora e movida
 1.3.2. Câmara de bombeamento
 1.3.3. Transferência de fluido entre os dentes
 1.3.4. Movimento contínuo e pulsação mínima
 1.3.5. Lubrificação e tolerâncias

1.4. Aplicações Industriais
 1.4.1. Lubrificação de sistemas
 1.4.2. Indústria de tintas e polímeros
 1.4.3. Transferência de óleos e fluidos viscosos
 1.4.4. Sistemas de recirculação e dosagem

1.5. Vantagens das Bombas de Engrenagens
 1.5.1. Construção simples e compacta
 1.5.2. Baixo custo de manutenção
 1.5.3. Precisão na vazão
 1.5.4. Capacidade de operar com fluidos de alta viscosidade

1.6. Cuidados e Limitações
 1.6.1. Partículas sólidas e desgaste precoce
 1.6.2. Necessidade de filtragem
 1.6.3. Ruído e vazamentos
 1.6.4. Limitações em pressões muito altas

1.7. Seleção e Dimensionamento
 1.7.1. Critérios para especificar a bomba correta
 1.7.2. Compatibilidade com o fluido
 1.7.3. Rotação, vazão e pressão de operação
 1.7.4. Materiais das engrenagens e carcaça

1.8. Dicas de Operação e Manutenção
 1.8.1. Verificação de folgas e ruídos
 1.8.2. Lubrificação adequada
 1.8.3. Substituição de vedações
 1.8.4. Manutenção preventiva

2. BOMBAS DE LÓBULOS E PISTÃO CIRCUNFERENCIAL
2.1. Bombas de Lóbulos
 2.1.1. Definição e princípio de funcionamento
 2.1.2. Movimento sincronizado dos lóbulos
 2.1.3. Câmara de bombeamento e transporte do fluido
 2.1.4. Vantagens do não contato entre os lóbulos
 2.1.5. Importância do sincronismo por engrenagens externas

2.2. Aplicações
 2.2.1. Indústria alimentícia
 2.2.2. Cosméticos e farmacêutica
 2.2.3. Produtos sensíveis ao cisalhamento
 2.2.4. Fluidos com sólidos em suspensão

2.3. Características Construtivas
 2.3.1. Tipos de lóbulos
 2.3.2. Materiais e acabamentos
 2.3.3. Baixa pulsação
 2.3.4. Facilidade de limpeza

2.4. Bombas de Pistão Circunferencial
 2.4.1. Princípio de funcionamento
 2.4.2. Diferença entre pistão e lóbulos
 2.4.3. Contato suave com o fluido
 2.4.4. Aplicações e capacidades

2.5. Vantagens e Cuidados
 2.5.1. Operação suave
 2.5.2. Precisão de vazão
 2.5.3. Fragilidade com sólidos
 2.5.4. Lubrificação e alinhamento

2.6. Comparações
 2.6.1. Com bomba de engrenagem
 2.6.2. Com bomba peristáltica
 2.6.3. Critérios de seleção

2.7. Manutenção
 2.7.1. Inspeções e lubrificação
 2.7.2. Desmontagem
 2.7.3. Higienização
 2.7.4. Reposição de peças

3. BOMBAS DE DIAFRAGMA
3.1. Introdução
 3.1.1. Conceito
 3.1.2. Tipos: pneumático, mecânico e hidráulico
 3.1.3. Variação de volume na câmara

3.2. Funcionamento
 3.2.1. Movimento do diafragma
 3.2.2. Pressão e sucção
 3.2.3. Papel das válvulas

3.3. Tipos de Acionamento
 3.3.1. Pneumático
 3.3.2. Mecânico
 3.3.3. Hidráulico

3.4. Componentes
 3.4.1. Câmara de bombeamento
 3.4.2. Diafragma
 3.4.3. Válvulas
 3.4.4. Mecanismo

3.5. Vantagens
 3.5.1. Operação a seco
 3.5.2. Resistência química e abrasiva
 3.5.3. Bombeamento com sólidos
 3.5.4. Manutenção facilitada

3.6. Limitações
 3.6.1. Ciclos por minuto
 3.6.2. Ruído e vibração
 3.6.3. Travamentos

3.7. Aplicações
 3.7.1. Indústria química
 3.7.2. Efluentes
 3.7.3. Dosagem
 3.7.4. Setores sanitários

3.8. Comparações
 3.8.1. Com peristáltica
 3.8.2. Com pistão

3.9. Manutenção
 3.9.1. Troca de diafragma
 3.9.2. Verificação de válvulas
 3.9.3. Diagnóstico
 3.9.4. Boas práticas

4. BOMBAS DE PISTÃO
4.1. Introdução
 4.1.1. Definição
 4.1.2. Deslocamento alternativo
 4.1.3. Pistão x êmbolo x diafragma

4.2. Funcionamento
 4.2.1. Movimento do pistão
 4.2.2. Sucção e descarga
 4.2.3. Ciclo

4.3. Tipos
 4.3.1. Simples
 4.3.2. Duplo
 4.3.3. Triplex
 4.3.4. Êmbolo

4.4. Características
 4.4.1. Alta pressão
 4.4.2. Pulsação
 4.4.3. Variações de carga
 4.4.4. Eficiência

4.5. Vantagens e Limitações
 4.5.1. Alta pressão
 4.5.2. Dosagem precisa
 4.5.3. Vazão não contínua
 4.5.4. Desgaste mecânico

4.6. Aplicações
 4.6.1. Injeção química
 4.6.2. Lavadoras
 4.6.3. Petróleo e gás
 4.6.4. Alimentício e farmacêutico

4.7. Comparações
 4.7.1. Com diafragma
 4.7.2. Com lóbulos e engrenagens

4.8. Manutenção
 4.8.1. Lubrificação
 4.8.2. Inspeção de válvulas
 4.8.3. Gaxetas
 4.8.4. Preventiva

5. BOMBAS HELICOIDAIS OU DE CAVIDADE PROGRESSIVA
5.1. Introdução
 5.1.1. Conceito
 5.1.2. Deslocamento contínuo
 5.1.3. Diferenças

5.2. Funcionamento
 5.2.1. Cavidades seladas
 5.2.2. Movimento axial
 5.2.3. Baixa pulsação
 5.2.4. Fluidos difíceis

5.3. Construção
 5.3.1. Rotor e estator
 5.3.2. Materiais
 5.3.3. Folgas e vedação
 5.3.4. Autoescorvamento

5.4. Aplicações
 5.4.1. Alimentícia
 5.4.2. Papel e celulose
 5.4.3. Efluentes
 5.4.4. Lodos e polpas

5.5. Vantagens
 5.5.1. Pulsação baixa
 5.5.2. Produtos sensíveis
 5.5.3. Eficiência
 5.5.4. Fluidos heterogêneos

5.6. Limitações
 5.6.1. Desgaste do estator
 5.6.2. Aquecimento a seco
 5.6.3. Pressão de sucção
 5.6.4. Custo de manutenção

5.7. Comparações
 5.7.1. Com peristáltica
 5.7.2. Com diafragma e pistão

5.8. Manutenção
 5.8.1. Inspeção
 5.8.2. Lubrificação
 5.8.3. Cuidados com a seco
 5.8.4. Vida útil

6. BOMBAS DE PARAFUSOS
6.1. Introdução
 6.1.1. Conceito
 6.1.2. Princípio dos parafusos
 6.1.3. Tipos

6.2. Funcionamento
 6.2.1. Movimento axial
 6.2.2. Selagem
 6.2.3. Fluxo contínuo
 6.2.4. Direção

6.3. Tipos
 6.3.1. Dois parafusos
 6.3.2. Três parafusos
 6.3.3. Múltiplos parafusos
 6.3.4. Diferenças estruturais

6.4. Vantagens
 6.4.1. Alta pressão
 6.4.2. Operação silenciosa
 6.4.3. Fluxo estável
 6.4.4. Fluidos viscosos

6.5. Aplicações
 6.5.1. Naval e combustível
 6.5.2. Papel e celulose
 6.5.3. Lubrificação
 6.5.4. Fluidos pesados

6.6. Limitações
 6.6.1. Partículas sólidas
 6.6.2. Filtragem
 6.6.3. Desalinhamento
 6.6.4. Materiais compatíveis

6.7. Comparações
 6.7.1. Com engrenagens
 6.7.2. Com lóbulos e pistão

6.8. Manutenção
 6.8.1. Folgas
 6.8.2. Lubrificação
 6.8.3. Vibração
 6.8.4. Componentes internos

7. BOMBAS PERISTÁLTICAS
7.1. Introdução
 7.1.1. Conceito
 7.1.2. Funcionamento
 7.1.3. Tipos

7.2. Funcionamento Detalhado
 7.2.1. Movimento rotativo
 7.2.2. Retorno da mangueira
 7.2.3. Válvulas
 7.2.4. Contínuo x intermitente

7.3. Vantagens
 7.3.1. Contato com mangueira
 7.3.2. Abrasivos e sólidos
 7.3.3. Reversível
 7.3.4. Fácil manutenção
 7.3.5. Operação a seco

7.4. Limitações
 7.4.1. Desgaste
 7.4.2. Pressão limitada
 7.4.3. Influência do fluido
 7.4.4. Lubrificação

7.5. Aplicações
 7.5.1. Mineração e cimento
 7.5.2. Alimentícia e farmacêutica
 7.5.3. Efluentes
 7.5.4. Dosagem

7.6. Manutenção
 7.6.1. Desgaste
 7.6.2. Substituição
 7.6.3. Vida útil
 7.6.4. Escolha de mangueira

7.7. Dicas Práticas
 7.7.1. Evitar torções
 7.7.2. Seleção de bitola
 7.7.3. Controle de rotação
 7.7.4. Registro de ciclos

7.8. Curva Característica
 7.8.1. Conceito
 7.8.2. Interpretação
 7.8.3. Regulagem de ar
 7.8.4. Comportamento na descarga

7.9. Especificação Técnica
 7.9.1. Fatores de seleção
 7.9.2. Compatibilidade
 7.9.3. Pressão e vazão
 7.9.4. Materiais
 7.9.5. Conexões

7.10. Instalação e Acessórios
 7.10.1. Montagem
 7.10.2. Filtros e reguladores
 7.10.3. Válvulas e silenciadores
 7.10.4. Amortecedores

7.11. Manutenção
 7.11.1. Diafragmas
 7.11.2. Vazamentos e travamentos
 7.11.3. Desgaste prematuro
 7.11.4. Preventiva

7.12. Dicas e Erros
 7.12.1. Ar contaminado
 7.12.2. Dimensionamento
 7.12.3. Substituições incorretas

A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO EM BOMBAS DE DESLOCAMENTO POSITIVO PARA A ENGENHARIA E OS PROCESSOS INDUSTRIAIS

As bombas de deslocamento positivo são equipamentos essenciais em uma ampla gama de processos industriais, presentes em setores como químico, farmacêutico, alimentício, petroquímico, saneamento, papel e celulose, cosméticos e muitos outros.

Com aplicações cada vez mais exigentes em termos de precisão, eficiência e segurança, compreender como essas bombas funcionam é indispensável para engenheiros, técnicos de manutenção, projetistas e operadores de plantas.

Tipos de Bombas de Deslocamento Positivo

Entre os principais tipos de bombas de deslocamento positivo, destacam-se:

- Bombas de engrenagem → robustas e compactas, ideais para líquidos limpos e de baixa a média viscosidade;
- Bombas de lóbulos → versáteis, usadas na indústria alimentícia, farmacêutica e de cosméticos;
- Bombas de pistão → adequadas para altas pressões e precisão de vazão;
- Bombas de diafragma (pneumáticas) → resistentes a fluidos corrosivos e abrasivos, ideais para ambientes explosivos;
- Bombas helicoidais (de cavidade progressiva/PCP) → para fluidos viscosos e com sólidos em suspensão;
- Bombas de parafuso → eficientes para grandes vazões e baixas pulsações;
- Bombas peristálticas → aplicadas em dosagens precisas e transferência de líquidos sensíveis.

Por que dominar o tema?

O domínio das bombas de deslocamento positivo permite ao profissional:

- Selecionar o tipo de bomba mais adequado para cada aplicação;
- Entender vantagens, limitações e curvas características de cada modelo;
- Definir corretamente materiais, vedação e tolerâncias;
- Planejar manutenção preventiva para maior confiabilidade e vida útil;
- Evitar falhas comuns e reduzir custos operacionais.

Aplicações industriais

Essas bombas são usadas para transferir líquidos de alta viscosidade, corrosivos, abrasivos ou com sólidos em suspensão, garantindo desempenho em condições variadas de pressão e vazão. São fundamentais em sistemas que exigem controle preciso, eficiência energética e segurança operacional.

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