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Cursos de Extensão Universitária

Extensão Universitária

EAD

40 horas

Bombas Centrífugas

Da curva característica ao diagnóstico de falhas.

Nossos cursos de extensão estão em fase de implantação e estarão disponíveis em breve. Para ser avisado quando estiver disponível CLIQUE AQUI.

Objetivos do Curso:

Capacitar o aluno a compreender, analisar e aplicar os princípios de funcionamento, construção, desempenho e operação de bombas centrífugas em sistemas industriais: identificar componentes, interpretar curvas, avaliar cavitação, selecionar arranjos e diagnosticar problemas de instalação, operação e manutenção.

O que você vai aprender:

✔ Classificação e componentes
✔ Princípio de funcionamento
✔ Curva da bomba e do sistema
✔ Ponto de operação
✔ NPSH disponível e requerido

✔ Cavitação: causas e prevenção
✔ Série e paralelo
✔ Leis de afinidade
✔ Seleção e especificação
✔ Operação e falhas

R$ 1.200

à vista

ou em até 12 x no cartão

Sem compromisso. Você tira suas dúvidas direto no WhatsApp.

Carga horaria: 

40 horas

Modalidade:

EAD

Certificado:

Extensão [MEC]

Instituição:

Van Gogh

Ementa:

Fundamentos e classificação das bombas. Construção, tipos e componentes das centrífugas. Conceitos hidráulicos: alturas, pressão diferencial, potência, rendimento, perdas e NPSH. Curvas características, ponto de operação e curva do sistema. Variações por rotação, diâmetro e viscosidade. Cavitação e BEP. Associação em série e paralelo. Instalação, alinhamento, selagem e manutenção. Diagnóstico de problemas operacionais.

Resultados de Aprendizagem

Ao final do curso, você será capaz de:

✔ Classificar bombas centrífugas por construção, componentes e aplicação
✔ Interpretar as curvas (altura, potência, rendimento, NPSHr) e a curva do sistema
✔ Determinar o ponto de operação em condições reais de processo
✔ Avaliar o risco de cavitação por NPSHd e NPSHr
✔ Explicar o efeito de rotação, diâmetro e viscosidade no desempenho
✔ Compreender arranjos em série e paralelo
✔ Diagnosticar falhas operacionais e propor correções
✔ Reconhecer montagem, selagem e manutenção e seu impacto na confiabilidade

Modalidade e certificação

EAD gravado para assistir quando quiser.

Ao concluir, você recebe certificado de extensão universitária emitido pela Faculdade Van Gogh (instituição credenciada pelo MEC), sob coordenação do Instituto Sendtko e do Prof. Micelli Camargo.

Quem Promove

Os cursos de extensão universitárias nasce como resultado de anos de atuação profissional, pesquisa aplicada e prática de campo, aliado a um convênio de cooperação acadêmica e institucional entre organizações de referência nas áreas de engenharia, educação superior e pesquisa científica.

O curso conta como uma parceria acadêmica e institucional estruturada, envolvendo as seguintes entidades, com atribuições claramente definidas:

Engenharia & Cia Educacional

Empresa especializada em treinamentos técnicos, cursos, softwares e consultoria em engenharia mecânica e industrial, com foco em bombas, equipamentos industriais e sistemas de movimentação de fluidos.

É a responsável pela concepção técnica do curso, definição da grade curricular, coordenação dos conteúdos e orientação prática, assegurando o alinhamento do programa com as demandas reais da indústria.

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Instituto Sendtko de Ensino Superior

Instituto Sendtko de Ensino Superior​ é a instituição parceira responsável pela coordenação institucional e intermediação dos trâmites acadêmicos junto à instituição certificadora.


O Instituto Sendtko possui experiência na estruturação de programas de pós-graduação lato sensu reconhecidos pelo MEC e cursos de extensão, incluindo cursos de referência nacional, como o programa de pós-graduação do comunicador científico Sérgio Sacani.

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Faculdade de Governança, Engenharia e Educação de São Paulo (FGE-SP)

A Faculdade de Governança, Engenharia e Educação de São Paulo é a instituição de ensino superior responsável pelo registro, autorização e certificação do curso junto ao Ministério da Educação (MEC), assegurando a regularidade acadêmica, a validade nacional do diploma e o cumprimento das exigências legais do ensino superior brasileiro.

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STAR Science, Technology, and Advanced Research Institute

O nosso curso de extensão oferece um diferencial exclusivo de formação internacional, por meio de parceria com o STAR Research Institute, instituição de pesquisa e ensino tecnológico registrada nos Estados Unidos.

Essa parceria possibilita ao aluno o recebimento de um segundo certificado, com validade nos Estados Unidos o que aumenta as chances de colocação profissional a nível internacional.

 

Dupla Certificação

Ao final do curso, o aluno recebe:

  • Brasil: Certificado de curso de extensão universitária emitido por instituição de ensino superior responsável pela estrutura acadêmica e documentação do curso no Brasil.

  • Estados Unidos: Certificado similar internacional emitido pelo STAR Research Institute.

As certificações são complementares e independentes, agregando valor profissional, sem que uma substitua a outra.

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Confira uma das aulas do curso:

Este curso é um dos módulos da Pós-Graduação

Este curso é um dos módulos da Pós-Graduação em Engenharia de Movimentação de Fluidos e Equipamentos Industriais. Quem faz a extensão migra para a pós com condição especial.

Conheça o Coordenador dos Cursos

Logo do IPEN Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares
logo da usp
logo da universidade federal de itajuba
professor micelli camargo

Micelli Camargo:

🎓 Formação Acadêmica

  • Eng. Mecânico pela UNIFEI (Univ. Federal de Itajubá)

  • Mestre em Ciência pela USP na área de Tecnologia Nuclear (IPEN)

  • Especialista em Didática do Ensino Superior (Uniderp)

  • MBA Executivo em Marketing (FGV)

🏭 Experiência Profissional

  • +20 anos de experiência, sendo 16 no setor de bombas e equipamentos industriais

  • Atua como consultor e instrutor técnico em empresas como OMEL, Vallair e Embraseal

  • Atuação em vendas técnicas, aplicação e treinamentos presenciais e online

👨‍🏫 Atuação como Professor

  •   +25 anos de experiência como docente

  •   Ex-professor universitário de Engenharia Mecânica em São Paulo

📈 Engenharia & Cia

  • Fundador (2016) do canal Engenharia & Cia, hoje com +50.000 inscritos e página no Linked in com + 132.000 seguidores.

  • Já treinou mais de 1200 alunos em cursos presenciais e online

  • Criador do software exclusivo de Calculadora Dimensionamento de Bombas

O que Dizem os Alunos:

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FAQ - Perguntas Mais Frequentes

Pronto para dominar bombas centrífugas na prática?

Conteúdo aplicado de campo e certificado de extensão universitária reconhecido pelo MEC.

Confira o Conteúdo Programático Completo

1. INTRODUÇÃO
1.1 Definição das Bombas
1.2 Classificação Quanto à Transformação de Energia
1.2.1 Bombas Hidrostáticas, Volumétricas ou de Deslocamento Positivo
1.2.2 Bombas Hidrodinâmicas ou Bombas Rotodinâmicas
1.2.3 Comparativo entre Bombas Hidrostáticas e Hidrodinâmicas
1.3 Classificação das Bombas Quanto à Função
1.3.1 Bombas de Transferência
1.3.2 Bombas de Dosagem
1.3.3 Bombas de Pressurização
2. CLASSIFICAÇÃO DAS BOMBAS CENTRÍFUGAS
2.1 Introdução
2.2 Classificação Quanto ao Regime de Escoamento Interno
2.2.1 Bombas Radiais (Centrífugas)
2.2.2 Bombas de Fluxo Misto
2.2.3 Bombas Axiais
2.2.4 Rotação Específica (Velocidade Específica)
2.2.5 Classificação na Prática Industrial
2.3 Classificação Quanto À Orientação do Eixo
2.3.1 Bombas de Eixo Horizontal
2.3.2 Bombas de Eixo Vertical
2.4 Classificação Quanto à Configuração Mecânica ou Suporte
2.4.1 Rotor em Balanço ou Cantilever
2.4.2 Rotor Entre Mancais (Bi-Apoiada)
2.4.3 Vertical Suspensa
2.5 Classificação Quanto ao Número de Rotores ou Estágios
2.5.1 Bombas Monoestágio
2.5.2 Bombas Multi-Estágio
2.6 Classificação Quanto às Conexões de Sucção e de Descarga
2.6.1 End-Top
2.6.2 Side-Side
2.6.3 Top-Top
2.6.4 Back Pull-Out (BPO)
3. FUNDAMENTOS DAS BOMBAS CENTRÍFUGAS
3.1 Princípio de Funcionamento de Uma Bomba Centrífuga
3.2 Escorvamento ou Escorva da Bomba
3.3 Bombas Afogada e Não-Afogada
3.4 Procedimentos de Escorvamento em Bombas
3.4.1 Preenchimento Prévio da Tubulação de Sucção
3.4.2 Escorvamento por Tanque de Escorva 39
3.4.3 Uso de Bomba de Vácuo
3.4.4 Bombas Centrífugas Autoescorvantes
3.5 Limitação Física da Altura de Sucção
3.5.1 Limite Teórico
3.5.2 Influência da Massa Específica
3.5.3 Limitação Prática
3.5.4 Soluções para Alturas de Sucções Elevadas
4. COMPONENTES DAS BOMBAS CENTRÍFUGAS
4.1 Rotor
4.2 Caixa Espiral, Voluta ou Corpo Espiral
4.3 Difusor
4.4 Eixo
4.5 Luva de Proteção do Eixo
4.6 Anéis de Desgastes ou Placas de Desgastes
4.7 Caixa de Vedação ou Caixa de Selagem
4.8 Elementos de Vedação
4.8.1 Gaxeta
4.8.2 Selos Mecânicos
4.8.3 Acoplamento Magnético Radial
4.8.4 Acoplamento
4.9 Materiais de Construção
4.9.1 Carcaça e Voluta
4.9.2 Rotor
4.9.3 Anéis de Desgaste
4.9.4 Eixo
4.9.5 Luva de Proteção do Eixo (sleeve)
4.9.6 Materiais de Vedação
4.9.7 Tabela Consolidada
4.9.8 Tabela Complementar - Materiais de Vedação
5. CURVAS E DESEMPENHO
5.1 As Curvas Características: Visão Geral
5.2 Curva Altura Manométrica (HB) versus Vazão (Q)
5.2.1 Como a Curva é Obtida?
5.2.2 Forma Típica da Curva HB × Q
5.3 Campo Básico de Funcionamento: Múltiplos Diâmetros
5.4 Curva do Sistema (CS)
5.5 Ponto de Operação (PO)
5.6 Campo Básico de Funcionamento: Múltiplas Rotações
5.7 Mapa de Seleção de Bombas
5.8 Curva Potência Absorvida (Pe) versus Vazão (Q)
5.8.1 Relação entre Potências e Rendimento
5.9 Curva Rendimento (η) versus Vazão (Q) e o BEP
5.9.1 Rendimento Hidráulico (ηH)
5.9.2 Rendimento Volumétrico (ηV)
5.9.3 Rendimento Mecânico (ηm)
5.9.4 Fatores Hidrodinâmicos
5.9.5 Consequências de Operar Fora do BEP
5.10 Curva NPSHr versus Vazão (Q)
5.11 Leis de Afinidade: Mudança das Curvas
5.11.1 Mudança de Curva pela Rotação
5.11.2 Mudança de Curva pelo Diâmetro
5.11.3 Resumo das Leis de Afinidade
5.12 Correção das Curvas pela Viscosidade
5.13 Associação de Bombas
5.13.1 Associação de Bombas em Paralelo
5.13.2 Associação de Bombas em Série
5.14 Cavitação
6. TIPOS ESPECIAIS DE BOMBAS CENTRÍFUGAS
6.1 Bomba Centrífuga Multiestágios
6.1.1 Princípio Construtivo
6.1.2 Características de Desempenho
6.1.3 Aplicações Típicas
6.1.4 Curvas Características
6.1.5 Limitações e Cuidados Operacionais
6.2 Bomba Centrífuga Autoescorvante
6.2.1 Características Construtivas
6.2.2 Princípio de Funcionamento
6.2.3 Aplicações e Limitações
6.2.4 Curvas Características
6.3 Bomba Centrífuga Submersível
6.3.1 Princípio Construtivo
6.3.2 Vantagens e Limitações
6.4 Bomba Centrífuga Plástica
6.4.1 Materiais Utilizados e suas Aplicações
6.4.2 Características Construtivas e Limitações
6.4.3 Associação com Acoplamento Magnético
6.5 Bomba Centrífuga para Fluido Térmico (Óleo Térmico)
6.5.1 Solução Construtiva: O Projeto de Resfriamento
6.5.2 Aplicações e Cuidados Operacionais
6.6 Bomba Centrífuga Hermética e Semi-Hermética
6.7 Bomba Centrífuga Sanitária
6.7.1 Requisitos Normativos: 3A e EHEDG
6.7.2 Características Construtivas
6.7.3 Variantes para a Indústria Farmacêutica e Biotecnológica
6.8 Bomba de Polpa (Slurry Pump)
6.8.1 Curvas Características
6.8.2 Desafio do Desgaste Abrasivo
6.8.3 Soluções Construtivas
6.8.4 Critério de Seleção: Borracha ou Liga Dura?
6.8.5 Influência da Polpa no Desempenho Hidráulico
6.8.6 Influência da Concentração de Sólidos
6.8.7 Velocidade do Fluido e Taxa de Desgaste
6.8.8 Velocidade Mínima de Transporte
6.9 Bombas Verticais
6.9.1 Princípio Construtivo
6.9.2 Curvas Características
6.9.3 Campo de Aplicação
6.10 Bomba com Rotor Vortex
6.10.1 Princípio de Funcionamento
6.10.2 Características de Desempenho
6.10.3 Aplicações Típicas
6.11 Bomba Helicoidal Centrífuga (Híbrida)
6.11.1 Princípio Construtivo
6.11.2 Comportamento Hidráulico Híbrido
6.11.3 Curvas Características
6.11.4 Aplicações Industriais
6.11.5 Comparação com a Bomba Vortex
6.12 Bomba de Fluxo Axial (Bomba Hélice)
6.12.1 Princípio Construtivo
6.12.2 Características de Desempenho
6.12.3 Aplicações Típicas
6.13 Bombas Anfíbias
6.13.1 Conceito e Princípio de Funcionamento
6.13.2 Tipos de Rotores
6.13.3 Seleção de Materiais
6.13.4 Formas de Instalação
6.13.5 Aplicações Típicas
7. MANUTENÇÃO, DIAGNÓSTICO E ANÁLISE DE FALHAS
7.1 Documentação Técnica
7.1.1 Vista Explodida
7.1.2 Desenho de Conjunto
7.2 Balanceamento do Rotor
7.2.1 Consequências do Desbalanceamento
7.2.2 Norma ISO 21940 (Graus de Balanceamento)
7.2.3 Como é Feito o Balanceamento
7.3 Alinhamento Motor-Bomba
7.3.1 Por que o Desalinhamento é Tão Prejudicial
7.3.2 Causas Principais de Desalinhamento
7.3.3 Métodos de Alinhamento: Comparativo
7.4 Retentores (Selos de Lábio)
7.4.1 Rugosidade do Eixo: A Janela Crítica
7.4.2 Velocidade Periférica: Limite por Material
7.4.3 Excentricidade e Interferência de Montagem
7.5 Gaxetas de Compressão
7.5.1 O Gotejamento Necessário
7.5.2 Diagnóstico de Falhas em Gaxetas
7.6 Selos Mecânicos: Teste de Integridade
7.7 Lubrificação de Mancais - Princípios e Gestão
7.7.1 Lubrificação por Óleo
7.7.2 Lubrificação por Graxa
7.7.3 Análise de Óleo como Ferramenta Preditiva
7.8 Falhas e Desgaste em Rotores
7.9 Tabela de Diagnóstico Operacional
8. OPERAÇÃO DE BOMBAS CENTRÍFUGAS
8.1 Partida a Seco: A Falha que Acontece em Segundos
8.1.1 A Física do Dano: Por que Segundos São Suficientes
8.1.2 Vulnerabilidade por Tipo de Vedação
8.1.3 Causas Comuns de Partida a Seco
8.1.4 Prevenção: Projeto e Procedimento
8.2 Sequência de Primeira Partida - Análise Passo a Passo
8.3 Aspectos Elétricos Relevantes para a Operação
8.3.1 Corrente de Partida e Seus Efeitos Mecânicos
8.3.2 Métodos de Partida
8.3.3 Proteções Elétricas Essenciais
8.4 Procedimentos de Partida
8.5 Procedimentos de Parada: Normal e Emergencial
8.5.1 Parada Normal: Controle do Golpe Hidráulico
8.5.2 Parada de Emergência: Riscos Específicos
8.6 Golpe de Aríete: Consequências e Mitigação
8.6.1 Mecanismo Físico
8.6.2 Consequências Práticas
8.6.3 Mitigação: Soluções de Projeto e Operacionais
8.7 Operação com Vazão Mínima: Limites e Proteções
8.7.1 O que Acontece em Baixa Vazão
8.7.2 Vazão Mínima Admissível
8.7.3 Linha de Recirculação - Projeto e Operação
8.8 Monitoramento durante Operação: Parâmetros e Alertas
8.8.1 O Conceito de Baseline Operacional
8.9 Operação de Bombas em Paralelo e em Série
8.9.1 Partida de Bomba em Paralelo
8.9.2 Partida de Bomba em Série
8.9.3 Parada com Múltiplas Bombas

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