
Engenharia que conecta teoria à prática industrial.
Pós-Graduação
Esta é a nossa playlist gratuita de trechos reais das aulas da Pós-Graduação em Engenharia de Movimentação de Fluidos e Equipamentos Industriais.
São aulas gravadas diretamente do curso, sem edição de palco, sem simplificação. O mesmo nível técnico que os alunos matriculados recebem.
Aqui, cada vídeo vem acompanhado de um conteúdo explicativo adicional, com os conceitos-chave do tema abordado, para facilitar a compreensão e aprofundar o estudo além do vídeo.
👉 Confira abaixo a lista de aulas já incorporadas ao nosso site logo abaixo.
COMO SÃO NOSSAS AULAS | PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE MOVIMENTAÇÃO DE FLUIDOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS


É POSSÍVEL ELIMINAR TOTALMENTE A CAVITAÇÃO?

BALANCEAMENTO DE ROTORES - G 6,3 VS G 2,5 | NORMA ISO 21940

CURVA HB X Q | BOMBA NOVA VS DESGASTADA E BEP | BOMBA CENTRÍFUGA
Pós-Graduação Engenharia de Movimentação de Fluidos e Equipamentos Industriais
Se o conteúdo fez sentido para você, imagine ter acesso ao curso completo, com apostila técnica, avaliações, certificado reconhecido e acompanhamento do Prof. Micelli Camargo.
A pós-graduação foi desenvolvida para engenheiros que precisam dominar sistemas de bombeamento, tubulações, válvulas, compressores e o comportamento de fluidos na prática industrial, o que a faculdade não ensina.
Confira abaixo os trechos das aulas disponíveis em texto e vídeo.
A maioria dos livros de mecânica dos fluidos dedica apenas um parágrafo aos fluidos não newtonianos — mas na prática industrial, entender a diferença é essencial.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli apresenta a classificação dos fluidos pela Lei de Newton da Viscosidade, introduz o campo da reologia e detalha três conceitos que geram confusão na prática: deformação por cisalhamento, taxa de cisalhamento e gradiente de velocidade.
A Lei de Newton da viscosidade aparece em quase todo livro de mecânica dos fluidos como uma equação pronta. Sem entender de onde ela vem, fica só fórmula decorada.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli reconstrói o caminho conceitual em três degraus: o princípio da aderência (o fluido cola na parede), a experiência das duas placas de Newton (com o paradoxo da força constante que para de acelerar), e a definição de fluido como meio que se deforma continuamente sob cisalhamento.
Daí surge τ = μ · (du/dy), e fica claro por que a tensão depende da taxa de deformação, não da deformação acumulada.
A maioria dos cursos apresenta o número de Reynolds como uma fórmula com três faixas e ponto final. O que ele decide na indústria é bem mais largo que isso.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli mostra como Reynolds sai da análise dimensional e do experimento clássico do tubo com tinta, por que o regime laminar é proibido na mineração e como engenheiros instalam placas de orifício para forçar turbulência proposital e impedir incrustação na tubulação.
A equação de Bernoulli e a equação da energia são tratadas como sinônimos em muito material de engenharia, mas não são a mesma coisa: Bernoulli vale apenas para fluido ideal, sem perda de carga, enquanto a equação da energia é mais geral e admite perdas. Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli mostra o que define um fluido ideal, por que estudamos o caso ideal mesmo sabendo que ele não existe na prática, como a equação se transforma quando aparece uma bomba no sistema, e usa a analogia dos R$100 no bolso para fixar a ideia de conservação de energia entre duas seções.
O acoplamento magnético é vendido como solução definitiva para vazamento em bomba centrífuga, e parte do mercado abraça essa promessa sem ler as letras pequenas. Mas ele não é elemento de vedação, é de transmissão de torque.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli desconstrói três pontos críticos: por que o acoplamento magnético não substitui automaticamente um selo duplo pressurizado, qual o risco real do copo de fibra trincar com produto perigoso, e como o limite de tamanho de partícula e a cavitação inviabilizam o uso em muitas aplicações reais de mineração e processo.
O acoplamento magnético é vendido como solução definitiva para vazamento em bomba centrífuga, e parte do mercado abraça essa promessa sem ler as letras pequenas.
Mas ele não é elemento de vedação, é de transmissão de torque.
Aqui desconstruímos três pontos críticos: por que o acoplamento magnético não substitui automaticamente um selo duplo pressurizado, qual o risco real do copo de fibra trincar com produto perigoso, e como o limite de tamanho de partícula e a cavitação inviabilizam o uso em muitas aplicações reais de mineração e processo.
A pergunta "qual método de alinhamento usar" é mal formulada. A correta é "qual método cabe na rotação e na criticidade do equipamento".
Régua com calibrador pode ser excelente em bomba de lóbulos a 300 rpm e completamente inadequada em bomba centrífuga a 3.500 rpm.
Alinhador a laser pode ser justificado pela criticidade de uma única máquina ou ser puro desperdício de capital numa frota auxiliar.
Nesta aula da pós-graduação, comparamos os quatro métodos disponíveis: régua e calibrador, relógio comparador, alinhador indutivo (faixa de R$ 15.000) e alinhador a laser (de R$ 50.000 a R$ 150.000).
Mostramos quando cada um se aplica, por que o método grosseiro mede desnível em vez de linha de centro, e por que régua e calibrador ainda são úteis como pré-alinhamento antes do laser.
O grau de balanceamento de rotor não é detalhe de catálogo.
Define a vida útil do mancal, a fadiga do selo mecânico, a transmissão de vibração para a tubulação e o consumo de energia da máquina.
A norma ISO 21940 organiza esses limites por classes G, e a diferença entre G 6,3 (padrão de bomba centrífuga comum) e G 2,5 (exigência da API para bombas críticas em óleo e gás) é o que separa equipamento que dura cinco anos em plataforma offshore de equipamento que abre o bico do mancal em meses.
"Professor, eu preciso aumentar a vazão da bomba para 60 m³/h, mas também preciso manter a pressão de descarga em 60 m. A bomba não dá conta. Por quê?". Essa é a pergunta que aparece na operação de quase toda planta industrial. A resposta está na intersecção entre a curva da bomba e a curva do sistema: bomba centrífuga não entrega vazão e pressão como duas variáveis independentes.
Aumentou uma, mudou a outra. Nesta aula da pós-graduação, mostro por que isso acontece, como ler o ponto de operação no gráfico H × Q, e por que o pessoal da produção fica frustrado quando descobre essa restrição.












