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Trecho das Aulas da
Pós-Graduação

Esta é a nossa playlist gratuita de trechos reais das aulas da Pós-Graduação em Engenharia de Movimentação de Fluidos e Equipamentos Industriais.


São aulas gravadas diretamente do curso, sem edição de palco, sem simplificação. O mesmo nível técnico que os alunos matriculados recebem.
 

Aqui, cada vídeo vem acompanhado de um conteúdo explicativo adicional, com os conceitos-chave do tema abordado, para facilitar a compreensão e aprofundar o estudo além do vídeo.

👉 Confira abaixo a lista de aulas já incorporadas ao nosso site logo abaixo.

COMO SÃO NOSSAS AULAS | PÓS GRADUAÇÃO ENGENHARIA DE MOVIMENTAÇÃO DE FLUIDOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS

COMO SÃO NOSSAS AULAS | PÓS GRADUAÇÃO  ENGENHARIA DE MOVIMENTAÇÃO DE FLUIDOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS
DISTRIBUÍDA VS LOCALIZADA VS BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO: PERDA DE CARGA

DISTRIBUÍDA VS LOCALIZADA VS BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO: PERDA DE CARGA

15:02
DARCY-WEISBACH VS DIÂMETRO: EQUAÇÃO DE PERDA DE CARGA

DARCY-WEISBACH VS DIÂMETRO: EQUAÇÃO DE PERDA DE CARGA

08:07
MOODY VS COLEBROOK VS SWAMEE-JAIN: FATOR F

MOODY VS COLEBROOK VS SWAMEE-JAIN: FATOR F

15:43

Pós-Graduação Engenharia de Movimentação de Fluidos e Equipamentos Industriais

Se o conteúdo fez sentido para você, imagine ter acesso ao curso completo, com apostila técnica, avaliações, certificado reconhecido e acompanhamento do Prof. Micelli Camargo.

 

A pós-graduação foi desenvolvida para engenheiros que precisam dominar sistemas de bombeamento, tubulações, válvulas, compressores e o comportamento de fluidos na prática industrial, o que a faculdade não ensina.

aulas

Confira abaixo os trechos das aulas disponíveis em texto e vídeo.

TRÊS TIPOS DE PERDAS DE CARGA EM  BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO

Distribuída, localizada e por aceleração: os três tipos de perda de carga e por que a pressão de saída pode ser maior que a de entrada sem bomba.

DIÂMETRO HIDRÁULICO É 4 VEZES O RAIO, NÃO 2 | HIDRÁULICA

Diâmetro hidráulico é 4 vezes o raio hidráulico, não 2. Veja a diferença entre conduto forçado e livre e como aplicar DH = 4·A/P em Reynolds.

VAZÃO MÁSSICA VS VOLUMÉTRICA: AR COMPRIMIDO E GASES

Vazão mássica ou volumétrica para gases? Entenda SCFM, FAD, vazão efetiva e por que o reservatório de ar comprimido existe na prática.

PRESSÃO VS VELOCIDADE NO JATO LIVRE: MECÂNICA DOS FLUIDOS

Jato livre tem pressao efetiva zero, mas hidrojateamento de alta pressao corta perna fora. Entenda por que: e variacao da quantidade de movimento.

DARCY-WEISBACH VS DIÂMETRO: EQUAÇÃO DE PERDA DE CARGA

Diâmetro entra na quarta potência da perda de carga em Darcy-Weisbach. Veja por que 5 mm a menos pode dobrar a potência da bomba e o que evitar.

MOODY VS COLEBROOK VS SWAMEE-JAIN: FATOR F

Fator f de Darcy: diagrama de Moody, equação iterativa de Colebrook-White e equação explícita de Swamee-Jain. Qual usar no dimensionamento industrial.

BINGHAM VS NEWTONIANO: TENSÃO DE ESCOAMENTO

Modelo de Bingham, plug flow e numero de Hedstrom: por que a lama nao escoa sem tal zero e como dimensionar bomba para polpa de mineracao.

NENHUMA BOMBA PUXA LÍQUIDO. É A PRESSÃO ATMOSFÉRICA QUE EMPURRA | BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO

Bomba nenhuma puxa líquido. Pela equação PV=nRT, a câmara da BDP cai de pressão e é a atmosfera que empurra. Entenda a física da sucção e o impacto no NPSH.

ALTURA MANOMÉTRICA: H1, H2 OU H3? O ERRO QUE TRAVA A BOMBA

Qual altura entra no cálculo da altura manométrica e por que a pressão num ponto intermediário pode impedir o bombeamento mesmo quando o H2 está correto.

FLUIDOS NEWTONIANOS X FLUIDOS NÃO NEWTONIANOS | REOLOGIA E CISALHAMENTO

A maioria dos livros de mecânica dos fluidos dedica apenas um parágrafo aos fluidos não newtonianos — mas na prática industrial, entender a diferença é essencial.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli apresenta a classificação dos fluidos pela Lei de Newton da Viscosidade, introduz o campo da reologia e detalha três conceitos que geram confusão na prática: deformação por cisalhamento, taxa de cisalhamento e gradiente de velocidade.

CORREÇÃO DE VISCOSIDADE EM BOMBAS CENTRÍFUGAS | NORMA ANSI HI 9.6.7 VS MONOGRAMA

Correção de viscosidade em bomba centrífuga pela ANSI/HI 9.6.7: fator B, CQ, CHB, monograma do Hydraulic Institute e o limite prático de 200 cP.

VISÃO GERAL DA CURVA CARACTERÍSTICA DA BOMBA CENTRÍFUGA | APRENDA DE VEZ!

A curva característica da bomba centrífuga tem 4 curvas (H, P, η, NPSH). Veja como ler o gráfico do fabricante passo a passo e o exemplo numérico em 16 m³/h.

NA BOMBA NÃO DÁ PRA AUMENTAR VAZÃO SEM PERDER PRESSÃO

Na curva da bomba centrífuga, vazão e altura manométrica andam em sentidos opostos. Entenda o ponto de operação, válvula × inversor e a faixa do BEP (API).

CAVITAÇÃO VS AERAÇÃO E NPSH: O ERRO DE TODA PLANTA

Cavitação é vaporização do líquido. Aeração é entrada de ar. Os dois geram dano parecido mas exigem tratativa diferente. Entenda o NPSH.

NPSH REQUERIDO VS ROTAÇÃO: VIKING K125, BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO

Subir a rotação da BDP para ganhar vazão queima a bomba. Curva real da Viking K125 mostra NPSH requerido saltando de 0,65 m a 2,15 m com RPM.

10,33 M TEÓRICO VS 7 M REAL | ALTURA DE SUCÇÃO | BOMBA CENTRÍFUGA

10,33 m e o limite teorico da altura de succao. Na industria nenhuma bomba puxa isso. Pressao atmosferica, pressao de vapor e altitude derrubam o numero.

ÁGUA VS ÁCIDO SULFÚRICO | LIMITE DE SUCÇ�ÃO DA BOMBA

A altura de succao da autoescorvante muda com o fluido. Mostramos o catalogo da Rino com agua 6 m, acido sulfurico 3,5 m e a fisica por tras dessa diferenca.

SUBMERSÍVEL VS VERTICAL SUSPENSA | EFEITO JOULE

Por que a bomba submersivel queima o motor a seco: efeito Joule, refrigeracao pelo produto e o caso real onde a solucao foi automacao com boia.

AUTOESCORVANTE VS NÃO AFOGADA | BOMBA CENTRÍFUGA

Como funciona a bomba autoescorvante por dentro: camara de escorva, canal de recirculacao e por que a centrifuga comum nao parte em succao nao afogada.

O QUE NINGUÉM FALA SOBRE ACOPLAMENTO MAGNÉTICO | BOMBA CENTRÍFUGA

Acoplamento magnetico nao e vazamento zero. Copo quebra, mancais entopem, norma API exige contencao. Como decidir entre selo duplo e acoplamento magnetico.

O QUE A EXPERIÊNCIA DAS DUAS PLACAS NOS ENSINA SOBRE VISCOSIDADE?

A Lei de Newton da viscosidade aparece em quase todo livro de mecânica dos fluidos como uma equação pronta. Sem entender de onde ela vem, fica só fórmula decorada.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli reconstrói o caminho conceitual em três degraus: o princípio da aderência (o fluido cola na parede), a experiência das duas placas de Newton (com o paradoxo da força constante que para de acelerar), e a definição de fluido como meio que se deforma continuamente sob cisalhamento.
Daí surge τ = μ · (du/dy), e fica claro por que a tensão depende da taxa de deformação, não da deformação acumulada.

TODO SELO MECÂNICO VAZA O TEMPO TODO | A VERDADE

Selo mecanico vaza sempre. Veja a funcao real da mola, as vedacoes primaria e secundaria, e como diagnosticar falha sem trocar peca errada.

DUAS BOMBAS CENTRÍFUGAS EM PARALELO NÃO DOBRAM A VAZÃO | CURVA DO SISTEMA

Duas bombas em paralelo nunca dobram a vazão. Veja por que isso acontece, como ler curva da bomba e curva do sistema, e quando paralelo realmente compensa.

O QUE NINGUÉM TE CONTA SOBRE GOLPE DE ARÍETE | TRANSIENTE HIDRÁULICO

Golpe de aríete pode atingir 10x a pressão nominal em milissegundos. Entenda transiente hidráulico, equação de Joukowsky e por que a tubulação rompe.

VÁLVULA FECHADA: BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO VS CENTRÍFUGA

BDP fecha a válvula e estoura. Centrífuga vai a shut-off seguro. Por que válvula de alívio é obrigatória em BDP, com 2 exceções e dados de viscosidade.

BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO VS BOMBA CENTRÍFUGA: SÓ UMA EXIGE VÁLVULA DE ALÍVIO

BDP motorizada exige PSV. Bomba centrífuga não. Entenda por que essa diferença é a origem de acidentes industriais e quais as exceções.

HIDROSTÁTICA VS HIDRODINÂMICA NA BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO

BDP, volumétrica e hidrostática são a mesma família de bombas. Veja a origem de cada nome, a divisão rotativa vs alternativa e o caso de paletas.

ENGRENAGEM EXTERNA VS INTERNA: BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO VIKING

A meia-lua crescente, a excentricidade entre rotores e o ajuste radial roscado da bomba Viking. E o detalhe da valvula de alivio unidirecional em BDP.

AUTOESCORVANTE VS TRABALHO A SECO: BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO VIKING

Autoescorvante nao significa trabalho a seco. Por que a BIE Viking desgasta em 30 segundos sem produto e como diagnosticar o problema no pino e crescente.

NÚMERO DE REYNOLDS: O QUE SEPARA O ESCOAMENTO LAMINAR DO ESCOAMENTO TURBULENTO NA PRÁTICA

A maioria dos cursos apresenta o número de Reynolds como uma fórmula com três faixas e ponto final. O que ele decide na indústria é bem mais largo que isso.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli mostra como Reynolds sai da análise dimensional e do experimento clássico do tubo com tinta, por que o regime laminar é proibido na mineração e como engenheiros instalam placas de orifício para forçar turbulência proposital e impedir incrustação na tubulação.

DOSAGEM: BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO VS CENTRÍFUGA, DOSE EXATA

14 bar, 350 m3/h, 440 mil cSt, 430 graus C. O envelope da BIE Viking e a diferenca entre viscosidade dinamica e cinematica na especificacao industrial.

BOMBA DE LÓBULOS VS BOMBA CENTRÍFUGA: VACINA E IFA

Casos reais de bomba de lóbulos para vacina e IFA escopolamina. Por que a centrífuga destrói produto sensível e como escolher BDP na pós.

15 BAR VS 25 BAR: BOMBA PERISTÁLTICA

Por que os players mundiais da peristáltica limitam em 15 bar enquanto um fabricante brasileiro anuncia 25 bar, e como exigir referência antes de comprar.

VAZÃO COM ÁGUA VS VAZÃO COM ÓLEO: CURVA DA BOMBA DE DESLOCAMENTO POSITIVO

Como ler a curva da bomba de lóbulos e por que a viscosidade pode aumentar a vazão. Exemplo numérico e correção PV na pós-graduação.

EQUAÇÃO DE BERNOULLI NÃO É A EQUAÇÃO DA ENERGIA: A CONFUSÃO QUE PERSISTE

A equação de Bernoulli e a equação da energia são tratadas como sinônimos em muito material de engenharia, mas não são a mesma coisa: Bernoulli vale apenas para fluido ideal, sem perda de carga, enquanto a equação da energia é mais geral e admite perdas. Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli mostra o que define um fluido ideal, por que estudamos o caso ideal mesmo sabendo que ele não existe na prática, como a equação se transforma quando aparece uma bomba no sistema, e usa a analogia dos R$100 no bolso para fixar a ideia de conservação de energia entre duas seções.

O QUE NINGUÉM FALA SOBRE ACOPLAMENTO MAGNETICO?

O acoplamento magnético é vendido como solução definitiva para vazamento em bomba centrífuga, e parte do mercado abraça essa promessa sem ler as letras pequenas. Mas ele não é elemento de vedação, é de transmissão de torque.
Neste trecho da pós-graduação, o Prof. Micelli desconstrói três pontos críticos: por que o acoplamento magnético não substitui automaticamente um selo duplo pressurizado, qual o risco real do copo de fibra trincar com produto perigoso, e como o limite de tamanho de partícula e a cavitação inviabilizam o uso em muitas aplicações reais de mineração e processo.

ACOPLAMENTO MAGNÉTICO NA BOMBA CENTRÍFUGA: O MITO DO VAZAMENTO ZERO

O acoplamento magnético é vendido como solução definitiva para vazamento em bomba centrífuga, e parte do mercado abraça essa promessa sem ler as letras pequenas.
Mas ele não é elemento de vedação, é de transmissão de torque.
Aqui desconstruímos três pontos críticos: por que o acoplamento magnético não substitui automaticamente um selo duplo pressurizado, qual o risco real do copo de fibra trincar com produto perigoso, e como o limite de tamanho de partícula e a cavitação inviabilizam o uso em muitas aplicações reais de mineração e processo.

MÉTODOS DE ALINHAMENTO DE EIXOS | RÉGUA, COMPARADOR, INDUTIVO E LASER

A pergunta "qual método de alinhamento usar" é mal formulada. A correta é "qual método cabe na rotação e na criticidade do equipamento".
Régua com calibrador pode ser excelente em bomba de lóbulos a 300 rpm e completamente inadequada em bomba centrífuga a 3.500 rpm.
Alinhador a laser pode ser justificado pela criticidade de uma única máquina ou ser puro desperdício de capital numa frota auxiliar.
Nesta aula da pós-graduação, comparamos os quatro métodos disponíveis: régua e calibrador, relógio comparador, alinhador indutivo (faixa de R$ 15.000) e alinhador a laser (de R$ 50.000 a R$ 150.000).

Mostramos quando cada um se aplica, por que o método grosseiro mede desnível em vez de linha de centro, e por que régua e calibrador ainda são úteis como pré-alinhamento antes do laser.

BALANCEAMENTO G 6,3 VS G 2,5 | NORMA ISO 21940 E ROTORES INDUSTRIAIS

O grau de balanceamento de rotor não é detalhe de catálogo.
Define a vida útil do mancal, a fadiga do selo mecânico, a transmissão de vibração para a tubulação e o consumo de energia da máquina.
A norma ISO 21940 organiza esses limites por classes G, e a diferença entre G 6,3 (padrão de bomba centrífuga comum) e G 2,5 (exigência da API para bombas críticas em óleo e gás) é o que separa equipamento que dura cinco anos em plataforma offshore de equipamento que abre o bico do mancal em meses.

Bomba Centrífuga | Vazão ou Pressão: Por que Você Não Consegue aumentar os Dois ao Mesmo Tempo

"Professor, eu preciso aumentar a vazão da bomba para 60 m³/h, mas também preciso manter a pressão de descarga em 60 m. A bomba não dá conta. Por quê?". Essa é a pergunta que aparece na operação de quase toda planta industrial. A resposta está na intersecção entre a curva da bomba e a curva do sistema: bomba centrífuga não entrega vazão e pressão como duas variáveis independentes.
Aumentou uma, mudou a outra. Nesta aula da pós-graduação, mostro por que isso acontece, como ler o ponto de operação no gráfico H × Q, e por que o pessoal da produção fica frustrado quando descobre essa restrição.

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