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Trechos das Aulas da Pós Graduação

INSTRUMENTO CERTO NO LUGAR ERRADO | CRITÉRIOS DE INSTALAÇÃO

livro bombas industriais
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Pós-Graduação Engenharia de Movimentação de Fluidos e Equipamentos Industriais

Se o conteúdo fez sentido para você, imagine ter acesso ao curso completo, com apostila técnica, avaliações, certificado reconhecido e acompanhamento do Prof. Micelli Camargo.

 

A pós-graduação foi desenvolvida para engenheiros que precisam dominar sistemas de bombeamento, tubulações, válvulas, compressores e o comportamento de fluidos na prática industrial, o que a faculdade não ensina.

A posição da tomada de pressão muda com o fluido: para líquido ela é lateral ou na parte inferior, evitando bolsão de gás na linha de impulso; para gás, em cima, evitando acúmulo de condensado; e para vapor, lateral com sifão de condensado obrigatório, que é o selo de água que protege o instrumento da temperatura. A instrumentação mínima de uma bomba centrífuga é vacuômetro na sucção, manômetro na descarga, medição de vazão, temperatura no selo e amperímetro no motor, e com esse conjunto se puxa a curva da bomba e se diagnostica quase tudo.

Conteúdo da Aula

Depois de escolher o medidor de vazão, o sensor de temperatura e o transmissor de nível, ainda dá para jogar tudo fora com um detalhe: instalar no lugar errado. O fechamento do módulo de instrumentação é sobre isso, e sobre a pergunta que sempre volta em sala: qual é a instrumentação mínima de uma bomba centrífuga?

A posição da tomada de pressão muda com o fluido, e não é detalhe de montagem, é condição de funcionamento. Para líquido, a tomada deve ser lateral ou na parte inferior da tubulação, evitando bolsão de gás na linha de impulso. Para gás, em cima, evitando acúmulo de condensado. Para vapor, tomada lateral com sifão de condensado é obrigatória: é o selo de água que protege o instrumento da temperatura.

Bombas e compressores alternativos geram pulsação, e pulsação martelando um manômetro destrói o instrumento em pouco tempo. As proteções são conhecidas e baratas: amortecedores de pulsação junto ao instrumento, orifícios calibrados na linha de impulso e manômetros preenchidos com glicerina, que toleram a pulsação muito melhor que os secos.

Vibração mecânica e temperatura ambiente fora da faixa de projeto degradam a precisão e a vida útil, afrouxam conexões e soltam componentes. As saídas vão de suportes dedicados até nicho climatizado com ar-condicionado para a eletrônica, solução comum onde o ambiente é agressivo.

Sobre a instrumentação mínima, a lista para bomba centrífuga é curta: vacuômetro na sucção, manômetro na descarga, medição de vazão, temperatura no selo e amperímetro no motor. Com esse conjunto, puxa-se a curva da bomba e diagnostica-se quase tudo. Para bomba alternativa, soma-se a proteção contra pulsação. E mesmo assim a maioria das bombas em campo não tem nem manômetro.

Na manutenção preditiva, o histórico local vale ouro. Como se descobre o limite de um equipamento sem histórico? Quebrando. Registro de leitura é o jeito de aprender o limite antes da quebra, e ele só existe se o instrumento estiver lá, instalado no lugar certo, desde o começo.

Instrumentação não é acessório de luxo: é o sistema nervoso da instalação. Na pós, isso faz parte do método Visão Integrada de Planta. Conheça em engenhariaecia.com/pos.

FAQ: Perguntas Frequentes

ONDE FICA A TOMADA DE PRESSÃO EM CADA FLUIDO?

Em líquido, lateral ou na parte inferior, para evitar bolsão de gás. Em gás, em cima, para evitar acúmulo de condensado. Em vapor, lateral com sifão de condensado, que protege o instrumento da temperatura.
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COMO PROTEGER O MANÔMETRO DA PULSAÇÃO?

Com amortecedor de pulsação junto ao instrumento, orifício calibrado na linha de impulso e manômetro preenchido com glicerina, que tolera pulsação muito melhor que o seco.
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QUAL A INSTRUMENTAÇÃO MÍNIMA DE UMA BOMBA CENTRÍFUGA?

Vacuômetro na sucção, manômetro na descarga, medição de vazão, temperatura no selo e amperímetro no motor. Com isso se puxa a curva da bomba e se diagnostica quase tudo.
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POR QUE REGISTRAR LEITURA SE NADA ESTÁ ERRADO?

Porque sem histórico o limite do equipamento só se descobre quebrando. O registro é o jeito de aprender o limite antes da quebra.

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